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Terça-feira, 20 de Outubro 2026
Amazonas

Aeroporto de Fonte Boa deve ser leiloado pelo Governo Federal junto com outros 14 aeroportos regionais no Amazonas

Outros estados da Amazônia Legal e no Nordeste também vão ter aeroportos leiloados, movimentando R$ 3,4 bilhões em investimentos na primeira fase do programa AmpliAR.

Aeroporto de Fonte Boa deve ser leiloado pelo Governo Federal junto com outros 14 aeroportos regionais no Amazonas
Imagens:(Alex)
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O Governo Federal anunciou que deve leiloar 15 aeroportos regionais em cidades do Amazonas. Outros estados da Amazônia Legal e no Nordeste também vão ter aeroportos leiloados, movimentando R$ 3,4 bilhões em investimentos na primeira fase do programa AmpliAR.

A previsão é que o edital seja lançado entre março e abril, com os primeiros contratos assinados ainda no primeiro semestre de 2025. As informações são do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, em conversa com jornalistas nesta quinta-feira (16).

O objetivo é sanar o déficit de infraestrutura nesses locais, assim como estimular a aviação comercial em alguns desses municípios.

Veja abaixo quais aeroportos devem ser leiloados no Amazonas:

  1. Carauari
  2. Eirunepé
  3. Lábrea
  4. São Paulo de Olivença
  5. Santo Antônio do Içá
  6. Barcelos
  7. Manicoré
  8. São Gabriel da Cachoeira
  9. Fonte Boa
  10. Santa Isabel do Rio Negro
  11. Itacoatiara
  12. Borba
  13. Maués
  14. Parintins
  15. Apuí

Qual o plano do governo?

Ao todo, o programa deve contar com 100 aeroportos regionais deficitários. Por isso, o governo não espera conseguir transferir todos dessa lista para empresas privadas.

Eles serão apresentados para as concessionárias que já operam no país. E, no leilão, serão divididos em blocos para tornar a operação mais atrativa.

Na disputa, as concessionárias vão se comprometer a fazer investimentos e operar os terminais regionais (fora dos grandes centros urbanos).

Em troca, as empresas vão poder mudar os termos dos contratos já vigentes nos grandes aeroportos que estão sob sua operação.

Há quatro formas de ajustar esses contratos em andamento em grandes aeroportos:

  • desconto em outorga, se ainda tiver valor a ser quitado;
  • aumento de prazo do contrato a até mais cinco anos;
  • aumento de tarifa (alternativa que o governo tentará evitar pelo impacto político);
  • substituição de obrigação contratual de investimento, como construção de novas pistas em aeroportos que já estão operando e não serão mais necessárias.
FONTE/CRÉDITOS: Redação Fboa em Tempo/ G1 AM

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