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FORÇAS ARMADAS INTENSIFICAM PRESENÇA NA AMAZÔNIA DURANTE OPERAÇÕES NAS FRONTEIRAS

Operação Ágata 2026 reforça combate ao narcotráfico, garimpo ilegal e crimes ambientais na região do Médio Solimões.

FORÇAS ARMADAS INTENSIFICAM PRESENÇA NA AMAZÔNIA DURANTE OPERAÇÕES NAS FRONTEIRAS
Imagem: Forças Armadas do Brasil / Min. da Defesa.
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A presença das Forças Armadas brasileiras na Amazônia voltou a ganhar força com a intensificação das operações de combate aos crimes transfronteiriços na região Norte do país. Na linha de frente das ações estão a Operação Ágata Amazônia 2026 e a Operação Protetor de Divisas e Fronteiras, que reúnem Exército Brasileiro, Marinha do Brasil, Aeronáutica e órgãos de segurança pública em uma grande mobilização de defesa da soberania nacional.

Na região do Médio Solimões e nas áreas de fronteira com Peru e Colômbia, militares têm realizado patrulhamentos fluviais e terrestres constantes, inspeções em embarcações suspeitas, monitoramento aéreo e ações de repressão ao narcotráfico, contrabando, garimpo ilegal e crimes ambientais.

Entre as unidades envolvidas está o Comando de Fronteira Japurá/17º Batalhão de Infantaria de Selva – “Regimento Curupayty”, que participou ativamente da Operação Ágata 2026 com ações estratégicas em áreas de mata fechada e comunidades ribeirinhas da Amazônia Ocidental.

Além do combate ao crime organizado, a operação também levou cidadania e assistência humanitária às populações isoladas da região. Em parceria com a Marinha do Brasil, o DSEI Médio Rio Solimões e Afluentes e as Prefeituras de Japurá e Maraã, foram realizados atendimentos médicos, odontológicos e ações sociais em diversas comunidades ribeirinhas e indígenas.

A Marinha do Brasil atuou com forte presença nos rios Negro, Solimões e Javari, utilizando Navios-Patrulha Fluviais, Navios de Assistência Hospitalar (NAsH), helicópteros aeronavais, lanchas blindadas e tropas de Fuzileiros Navais. As equipes realizaram bloqueios logísticos, abordagens em embarcações suspeitas e operações especiais em áreas consideradas rotas do tráfico internacional de drogas.

Já o Exército Brasileiro empregou tropas especializadas dos Batalhões de Infantaria de Selva (BIS), helicópteros da Aviação do Exército e drones avançados de monitoramento para reconhecimento terrestre, instalação de postos de bloqueio e destruição de estruturas clandestinas utilizadas pelo crime organizado em áreas de selva.

Segundo dados das forças envolvidas, as operações já causaram prejuízo superior a R$ 1 bilhão ao crime organizado. Entre os principais resultados estão a apreensão de mais de 15 toneladas de drogas, incluindo grandes carregamentos de skunk na região do Rio Javari, além da desarticulação de mais de 60 dragas utilizadas no garimpo ilegal.

Outro destaque foi a forte atuação humanitária das Forças Armadas. Mais de 13 mil atendimentos médicos e odontológicos foram realizados em 29 comunidades ribeirinhas e indígenas isoladas, reforçando a presença do Estado em áreas historicamente marcadas pelo difícil acesso e pela vulnerabilidade social.

As operações seguem em andamento e demonstram a crescente preocupação das autoridades brasileiras com a segurança das fronteiras amazônicas, consideradas estratégicas no combate ao crime organizado internacional e na proteção da soberania nacional.

FONTE/CRÉDITOS: Redação Fboa em Tempo / Forças Armadas do Brasil / Min. da Defesa.

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