Em alerta com a subida dos rios, a Defesa Civil do Amazonas realizou, nesta quinta-feira (05/02), uma grande reunião de alinhamento com vários órgãos parceiros pra tratar do prognóstico hidrometeorológico e dos possíveis cenários de cheia pra 2026.
O objetivo foi claro: planejar com antecedência, reforçar o monitoramento e organizar respostas rápidas pra eventos climáticos extremos, principalmente nas regiões que todo ano sofrem mais com alagamentos.

Participaram do encontro representantes de órgãos importantes como Correios, Arsepam, Polícia Rodoviária Federal (PRF), DNIT, ANTAQ, Secretaria Nacional de Transporte Rodoviário, além de empresas como Fogás e Bertolini, que atuam diretamente na logística e no abastecimento do estado.

Durante a reunião, foram apresentados dados atualizados do clima, análises do comportamento dos rios nas principais calhas do Amazonas e projeções de curto e médio prazo, com estimativas de nível da água em várias regiões. Também entrou em pauta o fenômeno La Niña e como ele pode influenciar o inverno amazônico deste ano.
A representante da PRF, Tássia Melo, destacou a importância da união entre os órgãos.

“Esse espaço de diálogo e planejamento é fundamental pra gente agir de forma coordenada”, afirmou.
O chefe do Centro de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil, tenente Charlis Barroso, reforçou que o trabalho integrado aumenta a capacidade de resposta diante das emergências.
“Essa articulação cria melhores condições de antecipar cenários e agir pra proteger a nossa população”, disse.
Ele também lembrou da importância das ferramentas de cadastro e envio de alertas da Defesa Civil, que avisam a população com antecedência sobre riscos de cheia.
“Esses alertas chegam rápido e ajudam as pessoas a se prepararem, reduzindo riscos”, destacou.
No fim da reunião, ficou firmado o compromisso de manter a troca de informações e o planejamento conjunto, garantindo a continuidade dos serviços essenciais e mais segurança pra população durante o período de cheia no Amazonas.
